A parceria CEMUC e Pastoral da Criança vem de longe
A parceria CEMUC e Pastoral da Criança vem de longe
No Museu da Vida, nossos alunos terão muito conforto: as aulas acontecerão em uma sala bem arejada, espaçosa, com luz natural, cadeiras estofadas, com distanciamento garantido, acesso por elevador e banheiros próximos.
Na chegada, os alunos serão fotografados pela equipe do Studio Fotográfico Cris Camargo, em um dos cenários bucólicos do bosque do Museu ou, caso chova, no painel artístico interno, que homenageia as mães.
Rua Jacarezinho, 1691 - Mercês
Sala de aula espaçosa, com luz natural e distanciamento
As alunas serão fotografadas GRATUITAMENTE
Cenários bucólicos para nossos alunos aproveitarem a natureza
Empresas Parceiras, Equipe do Museu da Vida e
do CEMUC ultimando os detalhes do Curso
A coordenadora Rossana Franke de Oliveira com a "barriga fake" que futuros papais também poderão usar para se sentir gestante
Espaço interno para brincadeiras e aprendizado de crianças e adultos
Lugar ideal para gestante viver momentos de puro encantamento e aprender mais em meio a natureza durante o Curso Parto Amoroso
Após a sessão de fotos, cada aluno irá para a Sala dos 1000 Dias dentro do Museu da Vida. Nesta sala acontecerá o acolhimento com a médica obstetra presidente do CEMUC, Dra Virginia Merlin. Esta sala mostra a importância dos primeiros 1000 dias na vida de um bebê e como é importante se preparar durante a gestação para que tudo ocorra da forma mais saudável e natural possível. Este é um espaço interativo, que foi projetado para possamos visualizar, na prática, as mudanças no corpo da gestante, o peso da barriga, as diferenças de crescimento sob o aspecto nutricional e uma série de fatores que serão abordados pelo Curso Parto Amoroso.
Nesta mesma sala também teremos a presença de uma Personal Organizer, especialista em Organização Baby e Planejamento Materno, criadora da empresa Maama Baby Organizer que estará prestando orientação sobre organização de enxoval, mala maternidade e várias outras dicas, além de disponibilizar produtos decorativos, organizadores e funcionais para comercialização.
Espaço de Acolhimento do Curso Parto Amoroso CEMUC
A convidada do CEMUC para a live semanal foi a Consultora de Imagem Anna Rosendo, num bate-papo super animado com o tema: Elegância e Conforto na Gestação e Pós Parto.
Anna lembrou o importante para a mulher é sentir-se bonita e confortável durante a gestação. "Precisamos lembrar que a gestação não é estática, pois o corpo passa por transformações e vai exigindo novas roupas. Cada mulher vai passar por essa transformação de uma forma diferente: ou cresce o quadril ou busto, ou abdomem e as necessidades de novas roupas aparecerão", concluiu.
A mulher gestante sente-se muito plena e bonita. O vestir passa a ser um complemento. Algumas dicas foram apresentadas, entre ítens que a gestante já possui em seu armário ou vai adquirir para uso específico na gestação. O ideal é que ela invista em peças que depois possa usar por muito tempo.
Algumas dicas durante a gestação:
- Lingerie certa - algo que acomode bem os seios e a barriga, sem costura, com corte a laser, que não divida a silhueta.
- Sapatos - salto deve ser bem pensado, pois a barriga pesa e muda o eixo do corpo, podendo causar quedas ou grande desconforto. Evitar tirinhas, saltos finos. Os saltos em bloco, assim como os tênis estão em alta e são muito confortáveis. A escolha do calçado deve levar em conta que fica cada vez mais difícil amarrar sapatos conforme a barriga cresce. Outra observação é que o pé aumenta durante a gestação.
- Calça - deve ter tecido flexível - podendo ser pantalona, legging ou skini, de acordo com o estilo da gestante. Outra dica na calça é ter um elástico para acompanhar o crescimento da barriga.
- Tecidos - Os tecidos de blusas e vestidos também devem ser flexíveis: malha, tricô, malha canelada. Eles vão "esticar" conforme o crescimento do corpo e voltar para o uso pós gestação.
- Terceira Peça - Peças como camisas, coletes, pashminas, cardigans, blasers para uso por cima de um vestido ou de camiseta/calça, ficam charmosas durante a gestação e podem ser muito bem aproveitadas no pós parto. São os chamados "itens 3ª peça".
- Peças do marido - uma boa camisa do marido serve como uma 3ª peça muito bacana e também como peça principal, dependendo do tamanho / modelo.
- Acessórios - durante a gestação devem ser usados, trazendo o foco para o rosto. Cintos devem ser com elástico, para acomodar a barriga sem que a gestante venha a se sentir apertada. Cordinhas que ajudam a demarcar a barriga ficam muito estilosas.
- A faixa elástica para a barriga da gestante é um acessório indispensável, que dá conforto às mamães, especialmente aquelas que ficam muito tempo em pé ou andam muito.
Anna lembrou que as futuras mamães devem viver este momento com tranquilidade e sem se cobrar. Ela deve se valorizar, curtir essa feminilidade. É normal que tenha pés inchados, que às vezes demore para voltar ao corpo de antes - cada mulher tem um tempo para retomar a sua silhueta e isso não deve tirar sua alegria.
Na maternidade:
Para ir à maternidade (e durante os primeiros dias em casa) a dica é a gestante usar pijama (de preferência escuro) com abertura para amamentar, sem necessidade de levantar a blusa. Deve-se evitar bordados, rendas, brilhos, pedrinhas e demais aplicações que tirarão o conforto da mamãe e, especialmente, podem irritar a pele delicada do seu bebê. A preferência sempre deve ser por tecidos que sejam confortáveis para a mamãe e seguros para o bebê.
Para a saída de maternidade, é importante separar um look que componha com o seu bebê, para que as fotos tenham harmonia e eternizem este momento tão especial.
Com os bebês em casa:
Não passar dias e noites seguidos de pijama faz com que a mulher se sinta melhor. Tomar um banho, trocar o pijama por uma roupa bem confortável (um agasalho por exemplo), faz a mulher se sentir mais bonita, sem a ideia de que ela não tem mais vida social...
Outra dica é a mãe ter uma opção de blusa ou echarpe para si quando sai de casa, pois acontece de vazar o seu leite ou do bebê vomitar nela.
O vestido / blusa modelo envelope, com decote V é o mais indicado para amamentar sem muitas manobras.
Anna lembrou que a gestante pode comprar suas roupas em lojas especializadas ou mandar confeccionar ou garimpar em brechós ou emprestar de amigas, praticando a "moda circular".
Mamães que queiram fazer uma consultoria de cores, sugestão de look para o dia a dia, para a produção de fotos, para um evento, etc, podem contatá-la.
Contato com a Convidada Anna Rosendo no instagram : https://www.instagram.com/annarosendo_/
Com muita sensibilidade e carisma, o médico obstetra Dr Wesley Timana, conhecido nas redes sociais como "O Cegonho" participou da live semanal do CEMUC abrindo a temporada 2022 com o tema: "Estou grávida e agora... por onde começar?"
A live estava prevista para acontecer no dia 11 de março, porém a cegonha decidiu aparecer exatamente neste dia e Dr Wesley precisou fazer um parto. Avisamos nosso público, torcemos pelo bebê que estava para nascer e deu tudo certo: no dia 18 a audiência foi muito grande e nosso bate papo foi maravilhoso.
Dr Wesley enfatizou o protagonismo da mulher na hora do parto: "o papel principal no parto não é do obstetra, nem da enfermagem ou da doula, mas sim da mãe, que precisa estar muito bem preparada para este momento".
Esta preparação se dá nas consultas do pré natal, nas leituras, nas rodas de conversa e nos cursos, como o Curso Parto Amoroso, que prepara as gestantes há 66 anos. O pai também deve estar preparado para dar apoio nesta hora. Por isso a importância dele acompanhar as consultas de pré natal, conversar com o obstetra, participar de cursos, pois ele fará parte do dia a dia da criação deste bebê e não deve ser mais somente um mero "ajudante", mas saber como proceder.
Por ser um momento tão importante na vida da mãe, do bebê e de toda a família, o parto deve ser pensado como algo muito especial, tratado com muito amor, que precisa ter seu tempo respeitado, de acordo com a natureza de cada mãe e cada bebê. A supervisão médica é indispensável neste momento e, havendo qualquer intercorrência, deverá estar a postos para agir, porém não deve se sobrepor ao andamento exigido pela natureza. "Tudo que puder ser feito de forma mais natural possível será sempre melhor", ele comentou.
Lembrou que a vida moderna nos impõe um ritmo cada vez mais acelerado em que não se "curte" mais os acontecimentos com a calma necessária, tudo precisa ser muito rápido e isso não combina com toda gestação nem com o parto. Na gestação, médico e paciente precisam estabelecer uma relação de confiança e isso só acontece a partir de uma conexão maior, que se dá no decorrer das consultas. Assim, o tempo não pode ser contado em poucos minutos, mas precisa ser estendido para que realmente esta conexão aconteça.
A primeira consulta ao obstetra após saber da gravidez é sempre cheia de muitas dúvidas e anseios por parte da futura mãe e do casal grávido. Como médico, ele costuma perguntar já de início: há quanto tempo este casal está junto? O bebê foi programado? Esta vindo de surpresa? Pois a história desta criança começa muito antes de seu nascimento. E tudo isso vai formar o enredo desta nova vida.
Dr Wesley lembrou que, antes das muitas mudanças no corpo, são as mudanças emocionais e psicológicas que aparecem. O casal começa a fazer planos de como será o bebê, a criança, o adolescente, viajando longe no tempo futuro. Planeja uma gestação perfeita, com tudo 100% em ordem e nem sempre é assim que acontece, pois a natureza é cheia de surpresas e é importante se preparar para todas as intercorrências.
Disse que quando a família toda está empenhada em respeitar os tempos naturais, dando apoio efetivo à mulher que vai parir, tudo funciona melhor. Por isso, incentiva, não apenas o pai , mas toda a família a participar de consultas, exames de ultrassom e demais atividades, para que realmente formem a rede de apoio para a gestante, todos pensando e agindo numa mesma direção.
Salientou que o nascimento de um bebê é um evento raro, mesmo que não seja o primeiro daquela família - deve ser celebrado e preparado como se fosse o primeiro. O mesmo vale para a equipe médica, que deve encarar cada novo parto com todo zelo e cuidado como se fosse o primeiro de sua carreira profissional.
Só se nasce uma vez, por isso o nascimento é algo tão importante para cada um de nós. Muitas vezes, pela falta de apoio das pessoas ao redor ou pela falta de conhecimento ou mesmo pela cultura de que o parto é algo ruim, dolorido, sofrido, a mãe acaba perdendo esta chance de protagonizá-lo e muitos procedimentos cirúrgicos são realizados, apenas pela vontade de acelerar o tempo que a natureza nos impõe.
"No dia do parto, na maioria das vezes, eu não faço nada" - esta frase chamou muito a atenção da audiência da live quando foi proferida pelo Dr Cegonho, mas a explicação foi brilhante: quando a mulher encontra-se bem preparada, ela faz o trabalho de parto, o pai ampara o bebê e tudo vai acontecer naturalmente, sem depender de interferência médica. A mãe precisa estar consciente deste momento sublime que é dela e saberá como agir em cada minuto.
O papel do médico é orientar, prescrever o que for necessário, agir nas intercorrências, supervisionar a gestação e o parto em cada detalhe, mas todo o protagonismo é da mãe com a ajuda de sua rede de apoio familiar.
Com visão amorosa, respeitosa, advinda da "slow medicine" que respeita o tempo de cada ser, Dr Wesley abriu a temporada de lives 2022 do CEMUC deixando nosso coração quentinho e a certeza de que nossos cursos fizeram a diferença nas gerações da nossa cidade e continuarão a fazer a partir de agora, com aulas no Museu da Vida, local que segue esta filosofia.
Ao ouvi-lo, lembramos da fundadora do Curso Parto Amoroso, Dra Elisa Checchia Noronha, que em 1955, quando criou o curso, o nominou de "parto sem dor" pois dizia: não existe dor de parto, mas sim trabalho de parto. A dor vem do desconhecido. Alguns anos mais tarde trocou o nome do curso para "parto sem medo", novamente justificando que o medo vem da falta de conhecimento e o curso transmitia segurança às gestantes. Anos depois, reunindo esta segurança + a corrente do bem formada pelas doações de enxovais a maternidades e orfanatos + a rede de apoio das amigas de barriga formada nas turmas, o curso se transformou em "parto amoroso", como é chamado até hoje.
Contato do Convidado
Dr Wesley Timana - O Cegonho: https://www.instagram.com/o.cegonho/
Clínica Mavie: https://maviemeubrasil.com.br/

Em nossa live do dia 25 de março “mês da mulher” o bate papo foi sobre um tema bem feminino, bastante atual e ainda pouco conhecido do grande público: a fisioterapia pélvica.
Convidamos Anna Lorenzoni que é fisioterapeuta
formada pela Faculdade Evangélica do Paraná em 2014. Fez especialização em
Fisioterapia Pélvica Internacional com ênfase em obstetrícia e uroginecologia pela
Faculdade Inspirar em 2016. Professora de Pós-Graduação da Faculdade Inspirar -
Sedes Curitiba, Florianópolis, Goiânia e Vitória, de 2018 a 2020. Atua como fisioterapeuta
pélvica do Hospital Vita Linha Verde - PROFISIO e é fundadora da Clínica
Angular - Pilates e Fisioterapia.
Com muita
desenvoltura, a profissional abriu a live dizendo que o tratamento de gestantes
deve sempre ser feito com muito carinho e que, apesar da grande facilidade de
acesso à informação, a pelve – local por onde o bebê vai passar ao nascer - é
ainda uma região na qual há um grande mistério junto a muitas futuras mamães,
por isso a importância deste tema.
A pelve
conecta a parte de cima com a parte de baixo do corpo, sustentando-o. É através
dela que nos movimentamos. A pelve serve
de estrutura e é o primeiro berço do
bebê. Durante toda a gestação ele vai se alterar para que o bebê possa se
desenvolver, por isso é preciso
trabalhar muito bem esta região.
A parte de
baixo da pelve é chamada de assoalho pélvico que, juntamente com músculos,
tendões e ligamentos sustenta o peso dos nossos órgãos e do bebê que está sendo
gerado. Todo este complexo precisa estar muito bem fortalecido e flexível para que
a mulher não venha a ter disfunções.
Dra Anna
salientou que o ideal é a mulher iniciar a prática da fisioterapia pélvica antes
mesmo de engravidar para corrigir eventuais disfunções e fortalecer seu
assoalho pélvico, antes de começar a receber a sobrecarga proveniente do peso
do bebê + líquido + placenta.
Lembrando
também que, devido as alterações hormonais provenientes da gravidez, o hormônio
RELAXINA faz com que a gestante fique mais relaxada, enfraquecendo sua força
muscular, por isso o ideal é ganhar muita força já no início da gestação,
quando há menos deste hormônio e menos peso em seu corpo.
Para cada
fase da gestação muda-se a conduta terapêutica, com a indicação de diferentes
práticas visando diferentes objetivos. No 1º trimestre busca-se fortalecimento
e consciência perineal. No 2º trimestre os exercícios visam mobilidade e
flexibilidade. No 3º trimestre, quando aparecem mais dores, os exercícios baseiam-se
no alongamento.
Para gestantes
que pretendem o parto normal, além do alongamento, precisarão buscar elasticidade
e praticar o treino expulsivo. Quando, na hora do parto ouvir: “faça força” ela
vai estar preparada para saber onde fazer esta força e como fazê-la.
Dra Anna faz
uma analogia com o esporte para explicar a importância da fisioterapia pélvica
para a s gestantes: “Ninguém corre uma maratona sem se preparar. Esta
preparação compreende desde fortalecimento das pernas, até respiração e isso
leva tempo e muito empenho por parte de cada atleta. Para o parto, a lógica é a
mesma: o assoalho pélvico é o lugar onde o bebê vai crescer e por onde vai
passar ao nascer, por isso precisa estar muito bem treinado”.
Todo este
trabalho é feito seguindo as orientações do médico obstetra, num esforço
multidisciplinar com toda a equipe de acompanhamento desta gestante.
A fisio
pélvica vai auxiliar no bem estar da mulher de forma ampla, como na respiração,
que sendo bem treinada, ajuda a minimizar dores, acalmar a gestante, facilitando
seu sono e seu dia a dia. Também trabalha com os órgãos a ponto de diminuir
constipação. Outro benefício é o de ensinar a contrair e relaxar os músculos do
assoalho pélvico permitindo à gestante não ter a urina presa, evitando
infecções e outros problemas urinários provenientes de uma pelve com
musculatura rígida.
Esses e
outros muitos benefícios da prática da fisioterapia pélvica descritos em
detalhes, além de muitas outras dicas preciosas podem ser vistas e revistas nesta
live.
Para assistir a esta live no
instagram, clique em:
https://www.instagram.com/p/CbijPBQlJH5/
Para entrar em contato com a Fisioterapeuta
Pélvica Anna Lorenzoni:

Neste “dia da
mentira” o bate papo trouxe à tona o ideal da “mãe perfeita” e o quanto este
universo imaginário de “mentirinha” construído durante a gestação pode vir a ser
desconstruído perante uma realidade que nem sempre é tão “cor de rosa” .
Pietra Rassi
Justus é formada em psicologia pela PUC-PR (1999), época em que iniciou seus
estudos em psicanálise. Fez formação em dinâmica de Grupos pela Sociedade
Brasileira de Dinâmica de Grupos (2006). Durante os anos de 2017 e 2018
realizou trabalho clínico voluntário na UTI neonatal do Hospital e Maternidade
Santa Brígida. Na clínica, além do atendimento ao público geral, realiza um
trabalho direcionado à perinatalidade e parentalidade.
Durante a live, a profissional contou um pouco sobre sua trajetória profissional e salientou que,
no atendimento a mães há um sofrimento, uma culpa generalizada em relação a
não conseguirem ser do jeito que haviam idealizado para seus filhos.
Desde o
parto, que muitas vezes imaginaram ser um jeito e foi de outro, passando pelas dificuldades para
amamentar, dar conta de todas as tarefas, até sentir-se cansada, sem ânimo para brincar com as crianças e os demais
“perrengues” que a realidade as impõe, porém na idealização da maternidade, nunca apareceram.
A psicóloga Pietra chama a atenção para uma maternidade possível, que tenha espaço para falhas, erros, furos, sem
culpa por toda a vida: não somente enquanto o(a) filho(a) é um bebê, mas também durante toda
a sua criação, em que a realidade vai se impondo sobre a idealização materna.
Alguns
pontos foram apontados como mais recorrentes em seu consultório em relação às
mães:
1) - Sobrecarga: as mães se sentem
cansadas e sobrecarregadas por trabalhar como profissionais, donas de casa e
agora, como mães 24 horas por dia, sem um dia sequer de descanso.
2) - Solidão: a falta de ajuda de
familiares gera o sentimento de uma “maternidade solitária”, pois cada vez é
mais difícil ter por perto as avós, tias, irmãs, amigas com tempo disponível para
ajudar efetivamente a cuidar das crianças pequenas.
3) - Culpa: que é gerada através das seguintes dúvidas:
Todos esses
pontos, baseados na distância entre idealização e realidade, acabam trazendo
sofrimento para as mães.
A psicóloga salientou
que muitas mulheres, mesmo tendo um parceiro presente no seu dia a dia, não
participa ativamente do cuidado com a criança, fazendo-a se sentir uma “mãe
solo”.
Alguns
exemplos foram citados no decorrer da live. Entre eles o da gestante cujo
marido morreu antes do nascimento dos gêmeos. Neste caso, além desta mãe ter
que lidar com as questões da maternidade, ainda foi preciso administrar seu
luto. Se ela não tiver uma rede de apoio, especialmente da família, fica ainda mais difícil superar este momento.
Da mesma
forma que a família dá este apoio, às vezes passa do ponto e a gestante tem que
enfrentar os palpites, precisando ter muita maturidade para estabelecer limites
e não perder esta base, que é fundamental.
Esta rede de apoio não é somente dentro do círculo familiar - ela se estende pelas amizades, vizinhos e também aos profissionais contratados para auxiliar na criação e desenvolvimentos dos filhos como babás, pediatras, professores, terapeutas, etc.
Deixou claro que a mãe deve fazer uso desta rede para não se sentir tão sozinha. "A mãe não pode se colocar no lugar de uma heroína, responsável por suprir TODAS as necessidade de seu bebê / criança. Ninguém é capaz disso. Por achar que será capaz e nem sempre conseguir, é que ela se sente culpada. Tudo parte de uma idealização, que foi alimentada em seu imaginário", complementou.
Nesta live ficou claro que a gestante deve estar preparada para errar, se frustrar e não se sentir “menos mãe”
por causa disso.
Com esta clareza,
a psicóloga Pietra Rassi trouxe um
olhar muito carinhoso e interessante sobre o tema, que deve ser observado por
gestantes, mamães e famílias, no intuito de se obter um equilíbrio entre a
maternidade ideal e a real.
Para
assistir a esta live no instagram, clique em:
https://www.instagram.com/p/Cb0ki9qFfEd/
Para entrar
em contato com a Psicóloga Pietra Rassi:
https://www.instagram.com/pietrarassi/